terça-feira, 21 de agosto de 2007

TECLA SAP

Música: War
Artista: Bob Marley
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Until the philosophy which hold one race superior and another inferioris, finally and permanently discredited and abandoned everywhere is war, me say war.
That until there are no longer first classand second class citizens af any nation.
Until the color of a man's skinis of no more significance than the color of his eyes.
Me say war.
That until the basic human rights are equally guaranteed to all, without regard to race
Dis a war.
That until that day the dream of lasting peace, world citizenship rule of international morality will remain in but a fleeting illusion to be pursued, but never attained.
Now everywhere is war, war.
And until the ignoble and unhappy regimes that hold our brothers in Angola, in Mozambique, South Africa sub-human bondage have been toppled, utterly destroyed.
Well, everywhere is war, me say war.
War in the east, war in the westwar up north, war down southwar, war, rumours of war.
And until that day, the Efrican continent will not know peace.
We Africans will fightwe find it necessary and we know we shall winas we are confident in the victory.
Of good over evil, good over evil, good over evil.
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Até que a filosofia que torna uma raça superior e outra inferior, seja finalmente e permanentemente desacreditada e abandonada haverá guerra, eu digo guerra.
Até que existam cidadãos de 1º e 2º classe em qualquer nação.
Até que a cor da pele de um homem não tenha maior significado que a cor dos seus olhos.
Digo guerra.
Até que todos os direitos básicos sejam igualmente garantido para todos, sem que tenha consideração com raça.
Haverá guerra.
Até esse dia o senhor da paz final, da almejada cidadania e o papel da moralidade, internacional, não será mais que mera ilusão a ser percebida e nunca atingida.
Haverá guerra em todos os lugares, rumores de guerra.
Até que o governo que humilha nossos irmãos da Angola, em Mozambique, Africa do sul escravisada, não mais exista e seja destruido.
Haverá guerra, eu disse guerra.
Guerra no leste, guerra no oeste, guerra no norte, guerra no sul, guerra, rumores de guerra.
Até esse dia, o continente africano não conhecerá a paz.
Nós africanos lutaremos, nós acharemos e conheceremos a vitória.
O bem sobre o mal, bem sobre o mal, o bem sobre o mal...
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domingo, 12 de agosto de 2007

CONCORDO COM ANÍBAL

Oitenta e poucos quilos de carne ao forno
Vingança é um prato que se come bem quente

PELAS COSTAS

Única
Úmida
E púnica mira

E FODA-SE

Cuspo na pia
Onde lavo minhas mãos

segunda-feira, 14 de maio de 2007

PAPA SUPER STAR

Pro Papa
Um tapa na cara que míngua
Pra rapa
A papa na língua

sexta-feira, 13 de abril de 2007

A CONSCIÊNCIA DE BORIS

Faz de conta
Mas não conta
Pra ninguém

terça-feira, 10 de abril de 2007

APRECIE COM MODERAÇÃO

George Michael Henry, mais conhecido por Ras Micheal, nasceu em Kingston, a fervorosa capital jamaica, onde absorveu desde muito cedo a doutrina Rastafari. Ainda criança, Ras frequentava as comunidades de Rastafarianismo de Salt Lane, Dungle, Oxford Street, Trenchtown entre outras várias favelas que compunham o cenário numa época onde os olhos do mundo ainda não estavam voltados para a cultura. Filho de mãe cristã devotada, Ras Micheal cresceu em meio aos religiosos. Teve seu primeiro contato com a percussão ainda bem novo. Bastou o primeiro rufar dos tambores para que nosso pequeno prícipe (Ras na língua amárica significa príncipe) nunca mais a largasse. Sua legendária personagem percussiva é tida com uma das mais voláteis dentro do universo jamaicano. Porém foi com a “burra” de Nyabinghi que Ras tornou-se um mito. Nyabinghi é um conceito filosófico abstracto que se insere no contexto Rastafari e tem como fundamento a propagação da cultura rasta através da música e tradição oral. É o estilo de música rastafari mais indígena. O termo Nyabinghi tem duas possíveis origens, uma delas vem do leste africano e está relacionada com o culto da resistência ao domínio colonial na ultima década do século XIX. Segundo o Prof. Dr. Leonard Barret, um catedrático de religião nos Estados Unidos, o termo Nyabinghi era o nome de uma Princesa no Ruanda que foi assassinada pelos colonos por ter resistido ao regime colonial. Depois da sua morte surgiu uma corrente que originou um culto que tinha como base a crença que o espirito da princesa iria salvá-los da opressão. O uso da marijuana (ganja) faz parte dos hábitos dos Nyabinghis que acreditam no poder da erva como um bem essencial para se ter uma vida saudável e longa. Nyabinghi é o mais importante encontro (congregação) dos rastas porque envolve todos os membros da ilha (Jamaica). É comparado a um congresso e pode durar de um a três dias e por vezes até mesmo uma semana. O ambiente vivido nestes encontros está carregado de fumo da erva sagrada (ganja) e o som dos tambores aquece o ambiente onde reina uma onda de espiritualidade com muita Paz e Harmonia. O encontro Nyabinghi é estruturado e organizado de modo a que cada membro ocupe o seu lugar e cumpra a sua função. Temos o homem Nyabinghi, a mulher Nyabinghi, o tambor, o solo/espaço onde o encontro ocorre, o tabernáculo e a fogueira. Os tambores Nyabinghi são tocados unicamente por irmãos rastafari, "homem Nyabinghi" durante as horas dos cânticos. Um não rasta "bald head" não tem permissão de tocar os tambores. Ras Michael junto com o Count Ossie foram os principais percussionistas do Nyabinghi e o primeiroa trazer o som de África e o tambor do Nyabinghi ao estúdio de gravação, para posteriormente misturá-lo com o reggae e o jazz. Nos final dos anos 60, Ras Michael deu forma Sons of Negus, a um grupo rastafariano de percussionistas e cantores, onde participou entre outros KIDDUS I. Também nessa mesma época, fundou seu selo In Zion, que continua lançando a maioria de seus trabalhos . Ras Michael foi também o primeiro rastafari a ter um programa do rádio do reggae em Jamaica, este que foi ao ar em 1967 com o nome de Leão De Judah. Dentro do mundo do reggae, cujo no núcleo é a celebração das raízes e da cultura africana, o nome Ras Michael tem sido por muito tempo sinônimo para o rufar tradicional dos tambores, para a dança e para as orações dos Nyabinghis. “Wadada” - amor na língua amárica - é palavra favorita de Ras, e Wadada é no que a música de Ras Michael & Filhos do Negus é toda baseada. Ras Michael é um patriarca verdadeiro do reggae, entre os mais puro de suas fontes, de um conciência (musical e espiritual) constante e um exímio cotinuador da cultura. Não há nenhum artista vivo como Ras Michael, que detêm tamanha importância para a cultura rastafari nos tempos de hoje em que a Babilônia toma conta de toda a esfera.
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Links para donwloads:

-http://www.badongo.com/file/2425507

-http://www.badongo.com/file/2433939