E é na mais pálida nuvem que descanso meus calos. Naquela nuvem, que não acompanha o rebanho. E nela, dois pingos de chuva. Um que mata minha sede. Outro que lava minhas mãos.
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Ainda que o silêncio de uma imagem ou mesmo que a cegueira parcial de uma sonoridade sustente um lírico valor incondicional, faço da gramática um berço para a metamorfose constante de minha existência...
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