quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

PÉTALAS À OPHELIA

Salgaste o destino em brandas regatas. Tal flóreo leito, clamando-lhe queda. Liquefeito tornara-se o fôlego que extraia-lhe todo o oníssono canto do peito. Lamento à distância paterna em jardinas canções. Um pranto de boa viagem brotaste de seus trêmulos lábios. Transbordos de seus afazeres. "Onde estaria Hamlet agora?" E com as anáguas pesadas de rio, ao fundo desceste em sono eterno, como se breve pestana ainda em ventre uterino, o conforto de feto. O fato em consumação.

Um comentário:

totoin disse...

eae poeta,quando puder escuta um sonzinho novo meu com o lheozotto,é nozesss

www.myspace.com/totoin